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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Em semana de leitura do terceiro,e infelizmente,por enquanto,o último volume,da Trilogia Crossfire,de Sylvia Day,que retrata a história de amor dos personagens,profundamente se solidificando na confiança,que é a base para todo bom relacionamento,envolvido por uma capa que representa um precioso perfume,que é junção de duas fragrâncias,ou,seja o casal tema da história,se tornam apenas um só,um aroma,um perfume precioso e raro,que irei apresentar,aqui,para vocês,junto com a história de como surgiu o perfume!

 Semana passada,mas especificamente,no Sábado de madrugada,quando
acabei o post anterior,aqui no meu blog,no seu blog,no nosso blog da Linda Cardeline,
já começei a ler,o terceiro,e infelizmente,por enquanto,o último volume,
da série Crossfire,de Sylvia day,
denominado 'Para Sempre Sua'...


...que retrata a história de amor de Gidion e Eva profundamente se solidificando na confiança,que é a base para todo bom relacionamento!

E que me deixou totalmente possuída e obcecada,me mostrando o misterioso e intenso prazer de ser possuída,onde tenho que ser sincera para vocês,e dizer,que ainda não acabei de ler,estou lendo em doses homeopáticas,para demorar um pouquinho mais,para acabar,acreditam?
Mas prometo,que em breve apresento uma nova série de livros,aqui para vocês,podem,deixar,viu,
pois essa infelizmente,até agora,chegou ao fim!

Agora vou postar,aqui para vocês uma pequena sinopse de 'Para Sempre Sua' ,para vocês comprovarem que a história de amor de Gideon e Eva é o romance mais esperado do ano!

Eva e Gideon decidem enfrentar os demônios de seu passado,mas quais serão as consequências de seus obsessivos desejos?
A partir do momento que conheci Gideon Cross,senti nele algo que eu precisava.
Algo ao qual eu não podia resistir.
Vi sua alma perigosa e descuidada-tão parecida com a minha.
Estava completamente atraída e precisava dele assim como precisava de meu coração batendo.
Ninguém sabe o quanto ele se arriscou por mim.
Como eu tinha sido ameaçada ou somente o quanto a sombra de nosso passado se tornaria escura e desesperadora.
Envolvidos pelos nossos segredos, tentamos desafiar as evidências.
Fizemos nossas próprias regras e nos rendemos completamente ao sensual poder de ser possuído...

Gostaram do livro 'Para Sempre Sua" da coleção Crossfire de Sylvian Day?
Então adquira o seu aqui!


E não é só a história da coleção Crossfire,que me deixou apaixonada não,também as capas dos 
volumes!

'Para Sempre Sua' tem em sua capa  um precioso perfume,que é junção de duas fragrâncias,
ou,seja o casal,protagonista da série Crossfire,
se tornam apenas um só,um aroma,um perfume precioso e raro...


Perfume importado da socialite Paris Hilton,
que foi um presente que me dei de aniversários,a alguns anos,
que tem uma combinação de fragrâncias levemente adocicadas e refrescantes,
que sou simplismente,apaixonada,
mas,como disse,fazem alguns anos que me dei,então,já saiu de linha infelizmente,
mais é perfeito,eu uso e super recomendo,viu,vale a pena,vocês procurarem,ser se encontram!

...e por isso vou apresentar,aqui para vocês:

A breve história do surgimento do perfume

A origem do perfume entrelaça-se com a história da humanidade.
Através dos odores agradáveis que exalavam da queima de madeiras, nossos antepassados primitivos tiveram o primeiro contato com o que se pode considerar o ancestral do perfume.


Árvores como cedro e pinheiro eram queimadas com a finalidade de seu odor agradar aos deuses. Sândalo, canela, mirra, raízes e cascas de outras ervas eram utilizados em rituais sagrados. É da prática dessa queima que vem o nome perfume: do latim Per fumus, ‘pela fumaça’.


A ligação do perfume com o divino estendeu-se por séculos. No Egito Antigo, aproximadamente no ano de 3.200 a.C., efetiva-se a arte de elaborar perfumes. Os antigos egípcios acreditavam que suas preces chegariam mais rápido aos deuses através da nuvem de fumaça aromática que ascendia aos céus. Além disso, os aromas também acompanhavam o rito de passagem de morte, o corpo do morto devia ser conservado tão inalterado e perfumado quanto possível para o encontro com os deuses. Os óleos essenciais eram comumente utilizados no ritual de mumificação, devido as propriedades anti-microbianas, presentes nas essências de mirra, musgo de carvalho, resina de pinho.

Pétalas de rosa para extração de óleo essencial.

Ainda nesse período, o perfume começa a se ligar a questões que não eram apenas da ordem religiosa, mas também terapêuticas e de higiene. Cleópatra, a última rainha do Egito, transcendeu as funções do perfume, conferindo-lhe o grau de elemento sedutor. Conta-se que Cleópatra untava-se com essências aromáticas dos pés à cabeça, criava em torno de si uma aura perfumada e recebia Marco Antônio em uma cama repleta de pétalas de rosas.
Não apenas o Egito Antigo, mas a antiga Grécia e a Babilônia reconheciam a importância dos perfumes. Os gregos cultivavam a arte de usar óleos perfumados, devido a suas funções medicinais.  A Babilônia, por volta de 650 a.C., era um centro comercial de especiarias e perfumes da época. Os óleos essenciais eram reconhecidos pelo seu poder terapêutico pelos babilônios.

Os romanos, no período imperial, também eram adoradores  de perfume. O gosto por incensos e óleos aromáticos era realmente notável: Roma, durante o século III, transformou-se em capital mundial do banho (um ritual luxuoso que incluia inúmeras sinergias de óleos essenciais). Além disso, dados constam que aproximadamente 500 toneladas de mirra e 250 toneladas de olíbano chegavam a Roma pelo mar. O gosto pelo perfume era tamanho que até mesmo os cavalos eram perfumados…

Um grande passo na perfumaria foi dado pelos árabes, inventores do primeiro alambique, que durante a Idade Média desenvolveram técnicas de destilação, porteriomente aperfeiçoadas pelos italianos.
Durante a Idade Média, a perfumaria silenciou na Europa Ocidental. Condenada pela Igreja Católica, o uso de ervas aromáticas ficou restrito apenas a fins farmacêuticos e medicinais, ou então de ordem religiosa.
Seleção de fragrâncias.

O perfume volta aos palcos da história com toda força no ano de 1370, quando a Rainha da Hungria encomendou o primeiro perfume feito com solução alcóolica, era o nascimento do primeiro perfume moderno intitulado de l’eau de la reine de Hongrie. É Catarina de Médicis quem leva à França em 1533 a cultura do perfume. Esposa do Rei Henrique II, Catarina era apreciadora de perfumes, quando se mudou para França, levou consigo seu perfumista pessoal, Renato Bianco, conhecido como René Blanc, le florentin.  A pequena cidade de Grasse, localizada no sul da França, onde eram produzidos as fragrâncias de Catarina, converteu-se em capital nacional do perfume.
Durante o reinado de Luis XV é criado o conceito de “corte perfumada”. A arte da perfumaria 
estava em alta e as cortes eram reconhecidas por seus aromas. Cada nobre, em média, usava um perfume diferente a cada dia da semana. Rosa, violeta e néroli eram os cheiros mais apreciados.
No século 18, cria-se a ideia de que o perfume está ligado a sedução e sensualidade, surgem novas fragrâncias e fracos diversificados.


Frasco de perfume muito usado no século 18.

A primeira fragrância sintética surge no século 19, é o marco da indústria da perfumaria. Ainda nesse período, a França, reconhecida pelas essências e matérias-primas produzidas em Grasse, transforma-se na capital mundial do perfume.
No século 20, os laboratórios revolucionam a arte da perfumaria, com a descoberta das estruturas das moléculas perfumadas. É nessa época que o perfume ganha sua conotação conceitual: inovador, luxuoso, robusto, chique, sensual, sofisticado, elegante e encantador. Ele também se entrelaça a moda e a beleza.
Atualmente, o perfume não é apenas um privilégio de ricos. Com os avanços da indústria da perfumaria, perfumes tornaram-se mais acessíveis. É claro, que o perfume continua sendo um elemento conceitual, um aglomerado de sensações, imagens, estilos e muito mais. Afinal como dizia o filósofo Jean-Jacques Rousseau: “O olfato é o sentido da imaginação”.

Site de pesquisa: EstéticaFácil



Gostaram do meus post dessa semana,sobre o segundo volume da coleção Crossfire 
'Para Sempre Sua',e a Breve História do surgimento do perfume???


E agora para finalizar, 
Gostaria de agradecer a todos vocês
Pelo carinho comigo e com o meu trabalho sempre!!!
E muito obrigada por terem apreciado mais um de meus posts,viu!
Beijinhos,
Fernanda Revolta Trentin














sábado, 25 de janeiro de 2014

Em semana de leitura do segundo volume,da Trilogia Crossfire,de Sylvia Day,que retrata a história de amor dos personagens,ainda mais profundo,uma linha tênue entre o doce e o perigoso limite da obsessão,envolvido por uma capa que representa o anel de compromisso trocado pelos casal tema da história,que irei apresentar,aqui para vocês juntamente com a breve história da origem dos anéis!

 Semana passada,mais especificamente,no Sábado de madrugada,quando acabei o post,
anterior,aqui no meu blog,no seu blog,no nosso blog da Linda Cardeline,
já comecei a ler,o segundo volume que da continuação a série Crossfire de Sylvia Day,esse denominado 'Profundamente sua'...


...que retrata a história de amor dos personagens Eva e Gidion,ainda mais profundo,uma linha tênue entre o doce e o perigoso limite da obsessão!

E que me deixou ainda mais possuída e obcecada por essa história de amor,que novamente não li, na verdade devorei em apenas 72 horas!

Agora vou postar,aqui para vocês uma pequena sinopse de 'Profundamente Sua',para vocês comprovarem,que a história de amor de Eva e Gidion continua ainda mais picante na sequência de 'Toda Sua':

Gidion Cross era tão bonito e notável por fora quanto atormentado e problemático por dentro.
Ele era uma chama ardente e viva que me consumia no prazer obscuro de uma paixão enlouquecida.
Eu não conseguia me afastar dele.E não queria.
Ele era meu vício...meu desejo...ele era meu.
Tínhamos passados complicados.Nunca daríamos certo juntos.
Era difícil demais,doloroso demais...
Mas as vezes parecia perfeito.
Os momentos em que nos deixávamos levar por nosso desejo desesperado eram maravilhosos.
Acabaríamos escravos da necessidade,e nossa paixão nos levaria além dos limites da mais doce e perigosa obsessão...

Gostarão do livro 'Profundamente Sua' da coleção Crossfire de Sylvia Day?
Então adquira o seu aqui !

E não é só a história da coleção Crossfire,que me deixou apaixonada não,também as capas dos volumes!

'Profundamente Sua' tem em sua capa o anel de compromisso trocado pelos casal protagonista da
história Crossfire...


Minha escolha de esmalte dessa semana foi a cor:
Picolé,da Avon,que tem um tom verde azulado lindo,que combina perfeitamente com a capa do segundo livro 'Profundamente Sua' da coleção Crossfire, de Sylvia Day!

Eu simplismente amei essa cor esmaltando minhas unhas!
E vocês,gostaram?


Anel folhedo a ouro,com strass e pérola:
Que pertence a minha mamili querida do meu coração,
muito obrigada pelo empréstimos,viu,mamili!
Te amo muitissímo,beijinhos!

...e por isso agora vou apresentar,aqui,para vocês:

A breve história da origem dos anéis:

O anel faz parte da história do homem mesmo antes do nascimento de Cristo.
Uma das primeiras referência,que se tem desse adorno,hoje em dia tão popular,
foi feita por Aristóteles,no ano de 350 a.C.
O filosofo Grego mencionou a existência de um oráculo que utilizava o tilindar sincronizado de dois anéis presos a fios,indicando o momento propício a uma determinada ação.
Aristóteles,também mencionou o fato dos cartagineses oferecerem anis a seus oficiais a cada vitória alcançada,reforçando aí,a ideia de nobreza que cerca o anel desde os tempos mais antigos.

Tanto Gregos,quanto Romanos,só permitiam o uso de anéis por pessoas ilustres. 
O material usado na confecção dos anéis dessa época era o ferro.
Não podemos deixar de lembrar,também do lendário,anel do rei,Salomão: ele tinha uma estrela de seis pontas,que,acreditava-se,que tinha o poder de afastar todo o mal.



Uma grande honra seria receber um anel de um príncipe ou soberano.

Os anéis estão presentes inclusive na Igreja Católica.
Cada Papa tem seu próprio anel,chamado de o  'Anel do Pescador',
por ter a imagem de São Pedro nele esculpida.
Quando um Papa morre,este anel é quebrado,para que não seja usado por nenhum outro Papa.


Do Esoterismo ao Ocultismo os anéis começam a ter um papel muito importante,principalmente depois se se começou a utilizar pedras preciosas em sua composição.
No Esoterismos,as pedras teriam a capacidade de proteger,curar, e também,servir como amuleto.
Quando chega a morte para seu dono,o anel era retirado,para a sua alma se desligasse,mais facilmente do mundo material.


Já no Ocultismo,existem até literaturas contendo receitas de como criar os mais variados anéis,
que poderiam gerar poderes ocultos.
Anéis quebrados significam promessas rompidas,e a perda de um anel seria prenúncio de uma desgraça.

Os anéis tiveram,ainda,um papel muito importante na história dos homens.
O anel de Sinete foi um instrumento muito usado na autenticação de documentos importante e também na reinvindicação de propriedades.
Esses anéis possuíam brasões que remetiam-se a honra,fidelidade,coração,etc..., e normalmete eram herdados.


No século IX,a Igreja passou a adotar as alianças como símbolo de fidelidade entre o marido e a mulher.
Mas,muito antes,ainda na época dos Gregos e Romanos,as alianças já eram usadas,costume tirado da cultura Hindu.
Os Romanos acreditavam,que pelo quarto dedo da mão esquerda,passava uma veia,que ligava diretamente ao coração e por esse motivo esse dedo foi escolhido.
E essa tradição perpetua até os dias de hoje!




Site de pesquisa: Pura Joia: A Origem dos anéis!



Gostaram do meus post dessa semana,sobre o segundo volume da coleção Crossfire 
'Perdidamente Sua',e a Breve História da Origem dos Anéis???

E agora para finalizar,

 gostaria de agradecer a todos vocês
Pelo carinho comigo e com o meu trabalho sempre!
E muito obrigada por terem apreciado mais um de meus posts,viu!
Beijinhos,
Fernanda Revolta Trentin






















sábado, 18 de janeiro de 2014

Em semana de leitura do primeiro volume,da Trilogia Crossfire,de Sylvia Day,que retrata a história de um amor que te possui e te obceca,envolvido por uma capa,que retrata um scarpin preto lindissímo,jogado no chão,que irei apresentar,aqui,para vocês juntamente com uma breve história dos sapatos e sandálias de salto alto!

 Há algum tempo,já,estava querendo muito,começar a ler a coleção Crossfire,
de Sylvia Day,
que é uma trilogia,para ajudar as pessoas que sofreram abuso sexuais,inspirada a partir da trilogia do Cinquenta Tons de Cinza,
que me conquistou,me deixando completamente e perdidamente apaixonada por essa história,
me sou muito fã!
E aproveitando o começo de ano,que é um pouco de vagar
( pois,vivemos em um país,que o ano só começa depois no carnaval,né!'Vergonha,nem falo nada"),
adquiri a bela muito cobiçada,por mim,coleção Crossfire...


...onde já começei a ler o primeiro volume,intitulado'Toda Sua',essa semana mesmo!


E o que fazer quando a história,na verdade o romance te possui e te deixa obcecada?

A minha resposta para essa pergunta é ler o livro em 72 horas!Ahahahahahah!
E foi exatamente isso,que fiz,não li na verdade devorei essa história,que é realmente bem mais escrita que a Trilogia dos Cinquenta Tons de Cinza,mas que me conquistou na mesma intensidade!
Agora vou postar,aqui,uma pequena sinopse,para vocês terem ideia do quanto 'Toda Sua' te deixa completamente possuída e obcecada pela história!

Gideon Cross entrou na minha vida como um relâmpago na escuridão...

...Ele era inteligente,bem-sucedido,rico e muito Lindo.
Fiquei obcecada por ele como nunca tinha ficado por ninguém,por nada.
Ansiava por seu toque como uma droga,mesmo sabendo que aquilo acabaria me destruindo.
Eu tinha meus problemas,e ele faz com que viessem á tona muito facilmente.
Gideon sabia.
Ele também tinha seus problemas.
E nós acabaríamos sendo o espelho que refletia os traumas-e os desejos- mas secretos do outro.
Seu amor me transformou,e eu rezava para que nosso passado não nos separasse...

Gostaram do livro 'Toda Sua',da coleção Crossfire,de Sylvia Day,então adquira o seu aqui!

E não só a história da Trilogia Crossfire,que me deixou apaixonada,não,também as capas dos volumes!

'Toda sua' tem um scarpin,preto lindamente lindamente jogado no chão...



Calçado Melissa Hello Kitty rock princess preta:
Adquirida na loja:
A Casa das três meninas,
a quase dez anos atrás,uma relíquia de Melisseiras,
quase impossível de se encontrar á venda!

...e por isso agora vou apresentar,aqui para vocês:

Breve História dos sapatos e sandálias de salto alto:

A origem dos sapatos e sandálias de salto alto se perde em séculos de história. Os primeiros modelos de saltos altos foram encontrados em uma tumba do Antigo Egito e datam do ano 1000 aC. Esses saltos, provavelmente, caracterizavam a alta posição social de quem os utilizava.


O gosto por saltos altos predominou também na Grécia Antiga. Ésquilo, o primeiro grande autor trágico da história grega, fazia os atores de suas peças usarem sapatos plataformas de diferentes alturas para, assim, indicar a posição social de cada personagem. A mesma idéia existiu no Oriente. Por exemplo, no Japão o imperador Hirohito foi coroado, em 1926, calçando sapatos com plataforma de 30 cm de altura.



Mas a história também revela que saltos altos estão associados à sexualidade. As cortesãs japonesas usavam tamancos com alturas entre 15 e 30 cm. Já as concubinas chinesas e as odaliscas turcas eram obrigadas a usar sandálias altas provavelmente para impedir que fugissem dos haréns. Na Antiga Roma, as prostitutas eram identificadas pelos saltos que usavam.


Na Época Moderna, a moda européia dos saltos altos teve início com os “chopines” italianos, sandálias com plataformas de altura variando entre 15 e 42 cm. Algumas chegavam a alcançar 75 cm e as mulheres que os calçavam tinham que se apoiar em bengalas ou bastões para conseguir equilíbrio ao andar. Em 1430 os chopines foram proibidos em Veneza, mas como se sabe, nada pode impedir uma tendência da moda.




A história atribui a invenção dos saltos altos a Catarina de Médici, no século XVI. Devido a sua baixa estatura, ela os utilizou quando se casou com Henrique II, da França. Ao chegar a Paris ela trazia em sua bagagem uma série de sapatos com saltos produzidos por um artesão italiano para deixá-la mais alta. E, assim, acabou por introduzir a moda dos saltos altos na história da aristocracia européia.



No século XVII, o parlamento inglês punia como feiticeiras todas as mulheres que usassem sapatos de salto alto para seduzir ou atrair homens ao casamento. E por falar em sedução, Giovanni Casanova, em sua biografia, declarou seu amor pelos saltos altos que, segundo ele, levantavam as armações das saias-balão, usadas à época, desta forma mostrando as pernas femininas.


No século XIX, os saltos altos foram introduzidos nos Estados Unidos importados diretamente dos bordéis de Paris. O sucesso dos saltos altos na capital francesa era enorme, pois a maioria dos clientes preferia contratar os serviços de prostitutas que usavam saltos.



Os designers de sapatos não existiam como tais antes do século XX. A criação de sapatos de salto alto era mais uma atividade, dentre muitas, dos modestos sapateiros. A indústria de produção em massa de calçados teve início nos Estados Unidos, onde começou como uma atividade familiar exclusiva de colonos do leste do país (a Nova Inglaterra) e acabou se tornando as primeiras grandes lojas por volta da metade do século XVIII.



Mas a tradição dos sapatos confeccionados à mão é em grande parte um fenômeno europeu, especialmente em países como a Inglaterra, Itália e França, onde o design de calçados estava intimamente associado ao design de moda. A indústria calçadista parisiense foi fundada pelo inglês Charles Worth, em 1858. Worth foi o mais destacado estilista do mundo da moda na época, a ponto de ter sido ele o responsável por vestir toda a realeza da Europa.


Em torno de Worth outros estilistas surgiram, como por exemplo, Paquin, Chernit e Doucet, o que transformou Paris na capital mundial da moda. Alguns estilistas que trabalhavam para estes mestres, com o tempo foram se tornando independentes. Dentre estes podemos citar Pinet que chegou em Paris em 1855 para trabalhar para Worth e que acabou criando o salto que leva seu nome: o salto Pinet, que é mais fino e mais reto que o popular salto Louis.




Outro importante designer de renome a época foi Pietro Yanturni que se auto-denominava “o mais caro estilista de calçados do mundo”, com uma clientela exclusiva de apenas 20 clientes e cujos sapatos atualmente se encontram expostos no Metropolitan Museum of Art de Nova York. André Perugia seguiu os passos de Yanturni: seus sapatos estão no Musee de La Chaussure, em Romans, França.


Em 1900, ainda havia resquícios de preconceito do século anterior. Muitas pessoas consideravam indecentes mulheres que mostrassem suas extremidades desnudas. Por isso, o conforto prevaleceu em detrimento do estilo, que ficava relegado à privacidade doméstica. Em público, botas e botinas apertadas e abotoadas prevaleciam. A história mudou após a Primeira Guerra Mundial. Com o desenvolvimento da economia, os calçados de tiras entraram em cena: pontudos e com saltos altos modelo Louis. Havia uma verdadeira profusão de cores e os saltos eram até mesmo utilizados para dançar.




Mas os anos 30 trouxeram a Grande Depressão e isto teve repercussões na moda. Os saltos se tornaram mais baixos e mais largos. Nessa época muitas mulheres condenavam os saltos altos, mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que os saltos passaram por uma fase de verdadeiro desprezo devido ao racionamento do couro. Mas o designer italiano Salvatore Ferragamo encontrou a solução ao desenvolver um modelo de calçado com salto anabela em cortiça. Após a guerra esse modelo tornou-se moda, quando muitos estilistas passaram a copiá-lo.


Ferragamo, André Perugia e Charles Jourdan competiam entre si para desenvolver o mais refinado e elegante salto, mas, no processo de produção não podiam utilizar materiais frágeis como madeira que poderia não suportar o peso de uma mulher. Muitos designers projetaram saltos em forma de pino de aço recobertos com material plástico, buscando solucionar os problemas de resistência dos saltos. Os italianos Del Co e Albanese criaram uma sandália para noite com duas minúsculas tiras e um salto baixo sob o arco do pé. Roger Vivier, que então trabalhava para Christian Dior, em Paris, aperfeiçoou este salto, dando-lhe a forma de uma vírgula e acabou por receber todo crédito pela invenção do salto stiletto, em 1955.

Contudo, enquanto os franceses, de fato, não tinham competidores à altura no que diz respeito a moda de vestuário, os italianos, por sua vez, eram os mestres da produção em massa da moda calçadista. Graças aos contatos de Ferragamo em Hollywood, esses calçados italianos se tornaram muito populares entre as estrelas hollywoodianas nos anos 50 (Jane Mansfield tinha mais de 200 pares). O salto stiletto era, então, sinônimo de “sex appeal”. Enquanto isso, os médicos responsabilizavam os sapatos de salto alto por todos os tipos de problemas. E não só quanto à saúde da mulher. Muitos atribuíam o crescimento da delinqüência juvenil aos saltos altos.


Nos anos 60, teve início a transferência da moda de Paris para Londres e a moda das ruas ditava o que era para ser usado. Com o preço do couro em alta, os materiais sintéticos entraram em cena. Vivier, Herbert Levine e Miller foram os pioneiros na história da utilização de material plástico transparente.


No início dos anos 70 as plataformas retornaram por um breve período na história, especialmente aquelas botas extravagantes de cano alto. Muitas destas botas tinham designs psicodélicos. Era o estilo andrógino do “Glam Rock”. Foi o designer Terry de Havilland quem as popularizou.


Nos anos 80, mulheres executivas passaram a adotar o salto stiletto como um complemento aos seus vestuários para projetarem uma imagem de eficiência e de autoridade. Os saltos altos simbolizavam glamour e extravagância, além de um modo de expressar feminilidade nunca antes vista na história dos saltos altos.


Na última década do século XX, as plataformas reapareceram pelas mãos de Vivienne Westwood e Jean-Paul Gaultier. Nos anos 90, conceitos antigos foram reciclados. Assim como os estilistas de moda, os estilistas de calçados femininos passaram a ser estrelas do mundo fashion, com Manolo Blahnik sendo, então, o seu maior expoente. Como na década anterior, o nome de marca era a coisa mais importante. Ao lado, uma sandália de Blahnik. 

Atualmente, existe uma nova geração de designers. Requisitados por clientes e por estilistas de moda, os sapatos de salto alto de designers como Joan Halpern, Maud Frizon, Beth e Herbert Levine, Andrea Pfister, Jan Jansen, Patrick Cox e Christian Louboutin algum dia serão apreciados como autênticas obras de arte. A tecnologia tem acrescentado novas opções de materiais (microfibras, tecidos elásticos etc) o que otimiza o processo de produção, que parece indicar que os sapatos e sandálias de salto alto continuarão a fazer muito sucesso na história da moda.

Ao lado, uma sandália Louboutin com salto alto com solado em vermelho, marca inconfundível das obras de arte deste excepcional designer.


Site de pesquisa: http://www.salto15.com.br/historia-dos-saltos-altos.php

Gostaram do meus post dessa semana,sobre o primeiro volume da coleção Crossfire 
'Toda Sua',e a história dos sapatos e sandálias de salto???

E agora para finalizar,

 gostaria de agradecer a todos vocês
Pelo carinho comigo e com o meu trabalho sempre!
E muito obrigada por terem apreciado mais um de meus posts,viu!
Beijinhos,
Fernanda Revolta Trentin